Projeto Semeando Sustentabilidade - O QUE É O PROJETO?
Viveiro de mudas O projeto Semeando Sustentabilidade nasceu da proposição do Centro de Estudos da Cultura e do Meio Ambiente da Amazônia-Rioterra em parceria com a Universidade Federal de Rondônia-UNIR, prefeitura de Itapuã do Oeste, Instituto Chico Mendes, representado pela gerência da Floresta Nacional (FLONA) do Jamari e grupo Geoprocessamento.com, vinculado a Universidade Luterana. A proposta participou do processo seletivo realizado durante o último edital do Programa Petrobras Ambiental, em 2008, na linha de fixação de carbono e emissões evitadas, sendo aprovado entre 892 projetos de todo o Brasil. Nosso objetivo é fortalecer a conservação da biodiversidade e melhorar a resistência das microbacias do entorno da Floresta Nacional do Jamari aos processos de erosão a partir do mapeamento de matrizes para fornecimento de sementes locais e utilizar a infra-estrutura existente no Viveiro Municipal de Itapuã do Oeste como pólo de profissionalização, educação e geração de renda local para produção de mudas destinadas à recuperação de áreas degradadas em áreas de proteção permanente. As ações serão realizadas nos municípios de Itapuã do Oeste e Cujubim, Rondônia. Os trabalhos terão o Viveiro Municipal de Itapuã do Oeste como centro irradiador das ações. Ele receberá investimentos em infra-estrutura de produção, para gestão administrativa e fortalecimento do capital social. Espera-se aumentar sua produtividade para 400 mil mudas até o final do projeto, o que será possível a partir de estudos e coletas de sementes realizadas pela Universidade Federal no interior da FLONA do Jamari, para aumentar o conhecimento sobre espécies nativas, principalmente de matas ciliares. O viveiro funcionará também como um pólo de formação, profissionalização e assessoria a agricultores familiares da região. Estes poderão cadastra-se na unidade para receberem gratuitamente mudas. Os plantios serão acompanhados por um técnico agrícola dedicado a orientar os beneficiários deste trabalho. Será criado um banco de áreas para cadastrar agricultores familiares. Após cadastrar-se o agricultor receberá uma visita dos técnicos da Rioterra para georreferenciamento de um ponto na propriedade. Com este ponto poder-se-á gerar a chamada “informação ocupacional”, primeiro documento para início dos trâmites de regularização fundiária. Além destes registros, a equipe de geoprocessamento do Centro de Estudos Rioterra em parceria com o grupo Geoprocessamento.com, elaborarão estudos e fornecerão aos municípios de Itapuã e Cujubim uma série de informações cartografadas, úteis no planejamento ambiental e socioeconômico regionais. Esperamos que haja participação social através das ferramentas de comunicação que serão disponibilizadas, como programas de rádio, site e informativos impressos e dos conselhos que atuarão na gestão do viveiro e do projeto. A Rioterra e parceiros agradecem à Petrobras, por acreditarem em nossa proposta e à comunidade do entorno da FLONA, colocando-se a disposição de todos e todas para contribuir com o desenvolvimento local de forma sustentável e inclusiva. |
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